Conheça 3 formas de adquirir Bitcoin anonimamente - Notícias

Bitcoin Private: Fork que Pretende Tornar o Bitcoin Anônimo

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Dinheiro físico é mais anônimo que o Bitcoin, afirma especialistas em direito da FGV

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Edward Snowden é o Viajante no Tempo Anônimo do Bitcoin?

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Edward Snowden é o Viajante Anônimo do Bitcoin no Tempo?

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Bitcache - é ou foi um serviço alimentado por blockchain que liga transferências de arquivos a microtransações de bitcoins. A tecnologia foi construída para permitir que milhões de micropagamentos anônimos sejam realizados em velocidade.

Bitcache vídeo oficial - https://www.youtube.com/watch?v=HOAvSwX7Aqc
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Pesquisadores Conseguem Descobrir Identidade de Usuários Anônimos por Meio de Transações de Bitcoin

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O Bitcoin é Anônimo? - www.criptomoedasfacil.com

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Um Pequeno Resumo Sobre Criptomoedas

Não vou me delongar muito no assunto porque isso é o Reddit e ninguém quer ler uma dissertação de 5000 palavras. Mas vou começar explicando a história, motivo e vantagens. Depois vou passar para as desvantagens, evoluções e por fim o cenário atual.

Criação

Bitcoin não é novidade, foi criada em 2009 por um anônimo que respondia pelo nome de Satoshi, por isso alguns pensam que é uma criação japonesa (mas talvez o cara seja simplesmente um fã de Pokémon). Curiosidade: a carteira original de Satoshi ainda possui 8% de todas as Bitcoins do mundo. A ideia de gênio do Satoshi foi de criar e implementar uma tecnologia chamada Blockchain para criar uma moeda virtual descentralizada e segura. Esta tecnologia basicamente consta da ideia de que cada "usuário" mantenha uma cópia de todas as atividades feitas nesta rede virtual (transferências e criações de moedas), isso garante que uma pessoa não possa, por exemplo, simplesmente inventar 5.000 bitcoins e mandar pro amigo. Leia mais sobre a blockchain aqui.

Vantagens

Esse já é um assunto bem disperso em redes mainstream, mas as vantagens são a descentralização (não dependência de nenhum governo), segurança (apesar de algumas falhas já terem ocorrido) e anonimato. Isso é interessante pois cria uma unidade de valor "estável". Ou seja, em seu status de unidade de valor, o bitcoin se assemelha mais ao ouro do que a moedas de países. Mil reais brasileiros podem nem existir daqui a 100 anos, mas uma barra de ouro ainda vai ser uma barra de ouro e um bitcoin ainda vai ser um bitcoin. O valor pode flutuar, mas a unidade é a mesma. Esta é a primeira geração de cripto-moedas: Bitcoin e suas cópias.

Problemas

Lerdeza: Bitcoin é extremamente lerda. Possui uma taxa média de 7 transações por segundo. No mundo inteiro, 7 transações por segundo. Eu não sei se fica claro somente com esta informação, mas possibilitar apenas SETE transações por segundo em uma rede que deseja ser utilizada mundialmente é risório! Atualmente existem mais de 300.000 transações na "fila de espera", e o tempo para a transação ser efetivada pode chegar a durar mais de um dia! Isso também acarreta outro problema: taxas. Quanto maior a fila, maior a taxa para que sua transação não fique perdida (transações com taxa maior são aceitas primeiro)
Armazenamento: Devido ao crescimento exponencial da quantidade de transações (lembrando que todas as transações são armazenadas na blockchain, como visto em CRIAÇÃO), o tamanho da blockchain também está crescendo exponencialmente. Atualmente já bate 139 gigas de tamanho, e brevente esse número será tão grande que usuários com máquinas normais (sem ser servidores gigantes) não poderão armazenar a blockchain inteira, que é um dos pilares da descentralização da bitcoin.
Escalabilidade: Tendo em vista os dois problemas acima, percebe-se que a Bitcoin não está preparada para ser usada mundialmente no dia-a-dia de todos. E o pior é... Não tem previsão para melhorar! Por isso muitas pessoas que acompanhavam o projeto há anos estão abandonando o navio.
Estes são os três maiores problemas que a bitcoin sofre atualmente (na minha opinião), e infelizmente não são os únicos...

Avanços

Com os visíveis limites do bitcoin, um grupo de desenvolvedores começou a criar uma nova criptomoeda... Mas dessa vez ela seria inteligente! Você poderia pagar fulano SE recebesse o produto. Você distribui uma parte do dinheiro CONFORME a pessoa contribui com a rede, etc! Essa é a ideia por trás dos contratos-inteligentes (smart contracts) que é o carro forte das moedas como o Ethereum.
O Ethereum iniciou a "segunda geração de criptomoedas". Com ela vieram inúmeros clones, a grande maioria das moedas atualmente no mercado são clones do Ethereum com uma pequena modificação. Alguns problemas da Bitcoin foram atenuados, mas nenhum deles realmente foi resolvido.
A taxa de transações por segundo duplicou... Para míseras 14 transações por segundo. A segunda geração abriu inúmeras portas para a aplicação da blockchain em diversos tipos de aplicações, mas não resolveu os problemas que atingiam (e ainda atingem a bitcoin).

Cenário atual

Com a popularidade da bitcoin deixando a Beyoncé para comer mosca, a busca pela moeda e interesse só vem aumentando. Com isso o mercado está valorizando absurdamente, mas bem instavelmente também, com correções de preço de até 40% de um dia pro outro.
Porém, pela terceira vez que falo nesse post: os problemas ainda não foram corrigidos.
Então é isso? Está tudo fadado ao fracasso? Não!
Atualmente estão surgindo os primeiros projetos que estão tentando ser "a primeira moeda da terceira geração". Essa terceira geração seria uma cópia da segunda, porém com os problemas resolvidos (entre outras coisas). Essas moedas são principalmente IOTA, EOS e o que eu particularmente estou interessado e investindo: CARDANO !.
Espero que este post tenha sido uma introdução boa ao assunto! Caso tenha alguma dúvida (e eu saiba responder) pergunte a vontade!
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Bitcache - será que vai serviço do futuro?

Bitcache é ou foi um serviço alimentado por blockchain que liga transferências de arquivos a microtransações de bitcoins. A tecnologia foi construída para permitir que milhões de micropagamentos anônimos sejam realizados em velocidade.
O Bitcache permite que criadores de conteúdo, incluindo músicos, cineastas, organizações de mídia, vloggers do YouTube e blogueiros, aceitem pagamentos de até US $ 1 de seu público-alvo.
Vídeo Oficial - https://www.youtube.com/watch?v=HOAvSwX7Aqc
FONTE: https://en.wikipedia.org/wiki/Bitcache
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Entendemos errado a notícia do Banco central Chinês? Investidor afirma que China vai continuar abrindo o caminho para o Bitcoin.

Por Paulo Fiorio
09/12/2013
Na última semana, a notícia do banco chinês causou uma queda de 30% no valor do Bitcoin.
Investidor chinês diz que entendemos errado e que a notícia do banco central chinês foi ótima para o Bitcoin, apesar da queda.
Segundo Joseph Wang, ex-VP que é um grande banco de investimento em Hong Kong, o ultimo comunicado do banco central chinês foi ótimo para o Bitcoin, e nesses momentos que ele agradece por não ter que lidar com jornais e notícias em inglês.
Perguntado se as novidades da China sobre os bancos e os bitcoins são boas notícias, Wang disparou:
“Essas são excelentes notícias para o Bitcoin. A essência da notícia, é que as exchanges chinesas e o bitcoin vão ser tratados como commodity mais do que como moeda, por isso não vão estar sujeitas a bancos e regulamentações de moedas. A única restrição para as exchanges que devem continuar trabalhando com Bitcoins, é que eles respeitem as leis de internet chinesas e identifiquem todos os seus usuários para prevenir a lavagem de dinheiro. Bancos não vão poder negociar Bitcoin, o que é uma grande notícia para empreendedores.”
Outra excelente notícia que veio de Hong Kong. Uma exchange de HK basicamente fechou e roubou o dinheiro de seus usuários. Mas a notícia boa não é essa, é que os suspeitos já estão aguardando julgamento e devem ir para a cadeia em breve. Wang ainda diz “Estou muito otimista sobre como Hong Kong vai abrir o caminho para o Bitcoin.”
Bitcoin tem quatro características bem definidas:
1) Não há autoridade central por trás da moeda.
2) Existe um total limite em numero de unidades.
3) Não existe limite geográfico para aceitar Bitcoin.
4) É anônimo.
De acordo com o banco central da China, bitcoin não é uma moeda verdadeira por que:
1) Não existe autoridade central.
2) Não existe requisitos para que qualquer pessoa aceite bitcoin.
Então está combinado, os Chineses estão vendo Bitcoin como um commodity virtual, não está sujeito as mesmas leis que as moedas na China e a China deve continuar liderando o mercado de Bitcoin, tudo o que gostaríamos de ouvir.
Fonte: http://www.bitcoinnews.com.b
submitted by PauloFiorio to BrasilBitcoin [link] [comments]

/r/oBitcoin FAQ - Novatos por favor leiam

Bem vindo ao /oBitcoin FAQ fixada

O texto que se encontra aqui foi desenvolvido por Mtzrkov e outros em Github.com/btcbrdev/oBitcoin e está em domínio público para ser usado livremente por qualquer um.

O que é bitcoin?

Bitcoin (BTC ou XBT) é o primeiro e mais importante dinheiro eletrônico sem autoridade central, baseado numa tecnologia open-source inédita chamada Blockchain, que foi desenvolvida por Satoshi Nakamoto em janeiro de 2009. Essa tecnologia permite a criação de um "banco de dados" confiável P2P (ponto-a-ponto), o que abre caminho para muitos tipos de inovação, sendo uma delas o próprio bitcoin e outras como contratos descentralizados, por exemplo.
Nota: normalmente emprega-se "Bitcoin" em maiúsculo para se referir ao protocolo (baseado na tecnologia Blockchain) e em minúsculo "bitcoin" para se referir a uma unidade da moeda.
O Bitcoin, além de um bem digital, pode ser considerado também um sistema de pagamento, totalmente independente de qualquer sistema já existente, como cartões de crédito, Paypal, bancos e outros. Sua capacidade atual estimada é de 7 transações por segundo, mas essa capacidade pode ser aumentada com o passar do tempo se houver necessidade. Por ser puramente digital e distribuído, o Bitcoin funciona 24/7 e tem alcance mundial, além de ter locais especializados de troca pela moeda local (chamados exchange) nas principais cidades do mundo.
A segurança da rede do Bitcoin, ou seja, o que garante que não existirá um chamado "gasto duplo" do mesmo dinheiro, é o consenso da rede P2P feito pela validação das transações por parte dos mineradores. Para que um minerador consiga incluir um bloco válido na rede, ele precisa utilizar um grande poder computacional. O processo de mineração consiste na realização de cálculos matemáticos para a seleção de quais transações válidas serão incluídas no próximo novo bloco do Blockchain, excluindo aquelas que tiveram uma tentativa de "gasto duplo" naquele período. Cada nó da rede, além dos mineradores, também é capaz de verificar a validade das transações incluídas no bloco. É nesse processo também que aparecem os "bitcoins ainda não descobertos". A distribuição dos bitcoins é feita de forma previsível, tendo uma queda de recompensa pela metade de 4 em 4 anos. Serão encontrados no máximo 21 milhões de unidades da moeda.

Quanto vale um bitcoin?

O preço de mercado de um bitcoin é determinado através da lei da oferta e da procura, portanto estando sujeito a variações de preço por causa de acontecimentos políticos e econômicos (como desvalorização e inflação de moedas estatais, conflitos, maior demanda por Bitcoin etc).
Assim como nas moedas estatais, o preço do bitcoin varia e pode ser diferente dependendo do lugar em que for negociado.
Se você for comprar dólares no Brasil, você terá que procurar uma casa de câmbio que poderá ter a cotação de R$ 3,00 por dólar, por exemplo. Caso vá a outra casa de câmbio, você poderá notar que o preço poderá ser ligeiramente diferente, além das taxas também variarem. Com o Bitcoin não é diferente. Essa variação entre as exchanges (nome comumente usado para se refererir aos locais de compra e venda de bitcoin) são equilibradas pelo mercado através de operações de arbitragem (comprar num lugar mais barato e vender num mais caro).
Para se ter uma ideia do preço médio do bitcoin, você pode dar uma olhada em sites como os que seguem:
Para um gráfico do preço ao longo do tempo, acesse:

Volatilidade

Por ser uma moeda ainda muito recente (inventada em jan/2009) e ainda não muito utilizada, seu preço de mercado ainda é muito volátil. Isso faz do bitcoin um investimento de risco atualmente. O preço tende a ficar mais estável ao longo do tempo, quando o mercado puder definir com mais exatidão seu "preço real". As oscilações também tendem a diminuir conforme o seu market cap (quantidade de moedas x preço) aumentar. Hoje (2015) o market cap do bitcoin é de US$ 3 bi, o que pode ser considerado pouco se comparado ao valor de algumas empresas como a Dell (US$ 24 bi) ou ainda de outras commodities como o ouro (US$ 2.600 bi).
Para um gráfico da volatidade ao longo do tempo, acesse:

Como obter bitcoins?

O bitcoin é um bem digital e assim como outros bens, pode ser adquirido de diversas formas:

1. Negociação direta (P2P / pessoa a pessoa)

Uma das maneiras mais baratas de se negociar bitcoins, porque não tem taxas, é comprando diretamente de outras pessoas que já possuem a moeda. As duas partes chegam a um acordo de preço e a troca é feita. Geralmente quem tem menos reputação entrega o bitcoin ou a moeda local primeiro.
Por ser uma maneira relativamente arriscada, pois não há um mediador para casos de descumprimento de uma das partes, a reputação de alguém deve ser muito considerada. Exemplo: prefira negociar com alguém do seu círculo de amizades (rede de confiança), alguém que você confie muito como familiares e amigos, ou por uma indicação (amigo de amigo). Se a outra parte tem uma reputação duvidosa, prefira negociar aos poucos (divida os valores em várias partes menores e vá trocando aos poucos).
Algumas ferramentas auxiliam nesse processo de reputação e rede de confiança, sendo elas:

2. Negociação indireta (com intermediário)

Outra forma de se negociar bitcoins (e essa provavelmente é a maneira mais conveniente, embora não seja a mais barata) é utilizando um intermediário que viabilize a compra e venda de bitcoins entre pessoas interessadas. Esses intermediários são as "corretoras" ou "bolsas" de bitcoins (mais conhecidas por exchanges).
Essas corretoras fornecem um serviço de intermediação entre compradores e vendedores de bitcoin, cobrando uma taxa para tal. Por causa disso o bitcoin nas corretoras tem um preço final um pouco mais alto do que se fosse comprar de outras maneiras, mas devido ao altíssimo volume, uma operação pode ser realizada instantaneamente.
Além de usar exchanges, você também pode encontrar um intermediário na relação P2P, tornando-a mais segura. Exemplo: um amigo em comum, que pode levar uma comissão previamente combinada para intermediar as duas partes.
Você pode conferir uma lista de corretoras no ExchangeWar. Algumas das principais corretoras brasileiras são:

Onde gastar bitcoins?

Hoje é virtualmente possível gastar os bitcoins em qualquer lugar, usando algum intermediário para trocá-los imediatamente sob demanda por alguma moeda local, como numa exchange ou com serviços como Neteller, Xapo ou Gyft.
Alguns locais porém já aceitam a moeda digital diretamente, como é o caso da Microsoft, Dell e Overstock, além de inúmeras outras ao redor do mundo.
Confira uma lista com mais de 100 mil lugares que já aceitam diretamente o bitcoin em SpendBitcoins ou no CoinMap.
Segue algumas listas de locais que aceitam bitcoin no Brasil:

Como minerar bitcoins?

Para minerar bitcoins você precisa executar um software em um computador especializado (ASIC) que possa realizar uma grande quantidade de operações matemáticas demandada pelo sistema de consenso P2P do bitcoin.
Logo após a criação do Bitcoin em 2009, era possível e rentável minerar bitcoins utilizando o processamento de computadores pessoais (através de simples processadores e placas de vídeo), mas com o tempo essa atividade deixou de ser rentável e tornou-se praticamente impossível para tais máquinas. Isso aconteceu pois o interesse no Bitcoin aumentou muito, trazendo assim mais pessoas para a mineração e impulsionando uma corrida por maior quantidade de processamento. Com o avanço da tecnologia e o aumento do interesse por Bitcoin, mais poder de processamento foi adicionado à rede Bitcoin e isso resultou em um aumento da dificuldade para se encontrar novos Blocos.
Essa é uma característica do protocolo Bitcoin: quanto maior o poder de processamento da rede, maior a dificuldade para se minerar bitcoins - ou seja, maior a dificuldade para se descobrir novos Blocos. Um bloco é um arquivo que possui uma identificação (data, hora e informações genéricas) e um registro das transações (movimentação de bitcoins entre endereços) mais recentes. Resumidamente, os mineradores são uma forma de manter a rede Bitcoin segura e operante, algo que demanda muito poder de processamento (o que torna inviável o uso computadores de propósito geral para tal fim) e que, como retribuição por essa tarefa importante, gera uma recompensa em bitcoins pelo trabalho.
Todas as transações, ou seja, as movimentações em bitcoins realizadas entre endereços (carteiras), são anônimas pois se caracterizam como uma transferência de fundos de um endereço Bitcoin para outro, que, embora tenham relação indireta com pessoas reais, não possuem uma relação direta. Ou seja, não é possível dizer com absoluta certeza que determinada pessoa é detentora de um endereço a menos que ela diga isso em algum lugar - o que torna o Bitcoin algo pseudônimo, não anônimo (você é anônimo apenas se quiser e tiver conhecimentos para tal). Todas as transações da história da rede Bitcoin são públicas e podem ser conferidas em sites como o Blockchain Info.
Então...é impossível minerar hoje em dia num PC comum ou notebook? Sim, mas não é lucrativo. Para isso existem os ASICs (Circuitos Integrados de Aplicação Específica, em inglês Application Specific Integrated Circuits), hardwares específicos para mineração. Há uma lista na Bitcoin Wiki, em inglês, onde estão listados todos os ASICs disponíveis no mercado e também placas gráficas e processadores. É importante notar que embora seja possível minerar bitcoins, não é algo recomendado aos brasileiros, uma vez que o equipamento é caro, importado e possui taxas de importação - além da energia elétrica brasileira, que inviabiliza totalmente o processo.
Nota: Em processo de desenvolvimento: Guardando seus bitcoins e Ganhando bitcoins.

Unidades comuns do bitcoin

Unidade Abreviação Quantidade em bitcoin Uso Nome alternativo
Bitcoin BTC 1,00000000 Unidade básica, usada no client padrão. XBT
millibit mBTC 0,00100000 Padrão em diversos serviços. -
bit μBTC 0,00000100 Possível novo padrão a ser adotado. microbit
Satoshi - 0.00000001 Frequentemente usado para negociar altcoins, menor unidade possível. -

Comunidade brasileira

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Sistema de pagamento bizarro e sombrio sendo disseminado mundialmente

São Paulo, 14 fevereiro de 2014.
Os governos mundiais anunciaram hoje um plano para permitir que cidadãos, anomimamente, transportem parte de suas riquezas consigo e realizem trocas com outros usando pequenos pedaços coloridos de papel, impressos com imagens maçônicas e nacionalistas, assim como também números que, propositalmente, representam o seu valor(isso se o papel não for falso!). Esses pedaços de papel são formalmente uma "nota" emitida do banco central de cada nação, mas eles também são chamados de "espécie" por muitos - esta é uma questão técnica que é muito complexa para cobrir neste artigo; Não obstante, essa é uma representação da complexidade e difícil forma de uso desse novo sistema.
"Notas de dinheiro" - Um sistema complexo
Esses pedaços de papeis(também conhecidos como "notas", "bufunfa", "cash", "dinheiro vivo" em sua comunidade sombria, anti-banqueira e libertariana, que têm sidos os primeiros usuários até então) vão diferir de nação para nação e não possuem liquidez fora das fronteiras de cada país.
O que será uma grande surpresa para gerações que cresceram com calculadoras e computadores, "notas de dinheiro" são emitidas com valores específicos prédeterminados, exigindo seus usuários a manter uma grande quantidade desses papéis que precisam ser somados para executar uma transação e então feitos outros cálculos para "dar um troco", um processo complexo de devolver ao pagador o excesso de pagamento usando outras notas. (Não se preocupe se isso parece difícil de entender, nós mesmos tivemos problemas em entender no início e certamente este método não está pronto para um consumidor em sua forma atual.)
José João, responsável pelo treinamento de funcionários na casas bahia, disse: "Eu mal consigo imaginar treinando dezenas de milhares de funcionários para usar "notas de dinheiro", verificar sua autenticidade e aprender a "dar troco" sem cometer erros. Isso irá requerer uma instalação em massa de máquinas de dar troco - as tão chamadas "caixas registradoras" - e milhões de reais em treinamento de funcionários, enquanto longas filas demoradas de consumidores serão criadas. Além disso, teríamos que adotar procedimentos de segurança e guardas armados para evitar o roubo dessas notas físicas enquanto estiverem guardadas conosco ou durante o transporte até o banco. Não conseguimos enxergar a adoção dessas notas em nossas lojas nessas condições".
Perfeita para criminosos
O lançamento de "notas de dinheiro" provocou uma reação mundial imediata de agências reguladoras, que, unânimemente, condenaram seu desenvolvimento.
"Dinheiro é 100% anônimi e é uma tecnologia de pagamento irrastreável. É como uma arma de destruição em massa lançada contra as leis,", disse João José, um delegado da polícia federal. "É um mecanismo de pagamento perfeito para criminosos, cartéis de drogas, terroristas, círculos de prostituição e lavadores de dinheiro. Nós não sabemos como será possível combater tal tecnologia e temos a plena expectativa de que uma nova geração de super-criminosos apareça, trabalhando nas sombras de mundo em que eles podem conduzir suas atividades ilícitas sem deixar qualquer tipo de rastro."
O superintendente de um banco, João José, tinha o seguinte a dizer: "Eu não consigo pensar em qualquer razão para que um cidadão correto queira usar dinheiro. De forma básica, acreditamos que deva haver um procedimento de licenciamento para pessoas e empresas que planejem usar dinheiro, algo como uma "licença-dinheiro". Esta licença irá limitar "dinheiro" para pessoas confiáveis que mantém registros detalhados e auditáveis de suas transações em dinheiro, para que possamos manter o estado de são paulo longe de criminosos."
Outros possuem preocupações em relação a notas forjadas. "No fim das contas, mesmo com impressoras modernas, dinheiro é apenas um pedaço de papel. Nós tememos que grupos criminosos e nações inescrupulosas imprimam dinheiro falso para que possam lucrar ou mesmo prejudicar as economias de seus inimigos," disse João José, um analista de mercado. "Neste interim, estamos certos de que dinheiro vai operar com valores em desconto no mundo real, dado o risco que uma parte tem de aceitar um dinheiro falso; sem dúvida dinheiro é um grande retrocesso no atual sistema financeiro baseado em criptografia."
Sem proteção ao consumidor
Embora difícil de imaginar, dinheiro funciona sem absoluta proteção ao consumidor. Se suas "notas" forem roubadas ou perdidas, elas assim estarão para sempre.
"Eu simplesmente não entendo porque não existe ninguém que eu possa ligar para reembolsar meu dinheiro se eu o perder," disse José João, um empresário do Rio de Janeiro. "Que tipo idiota de sistema de valores e pagamento não mantém registros de transação e propriedade?"
Ainda mais, parece não haver mecanismos de autenticação associado com pagamentos ou transferências em dinheiro, muito menos que acompanhe os modernos padrões de segurança. Uma vez que alguém obtém o controle de suas "notas", está livre para gastar ou usar como quiser, e não há como reverter, suspender ou mesmo identificar a transação ou quem as roubou.
Mesmo a destruição de notas, que, como você deve lembrar, são apenas pedaços de papel, poderia resultar em perdas. De acordo com o diretor da recentemente criada "Casa da Moeda", notas danificadas em mais de 51% devem ser enviadas para uma investigação especial que irá determinar se elas poderão ser, ou não, reembolsadas.
Falhas de segurança descoberta em "Carteiras físicas"
Propositores do dinheiro desmentiram estas preocupações dizendo que diversos fabricantes de carteiras, como "Coach", "Gucci" vão anunciar em breve "carteiras físicas" em couro e camurça. Estas carteiras são feitas para guardar as notas, de forma que caibam em uma bolsa ou um bolso de roupa.
"Uma vez que suas notas estão seguramente escondidas em sua carteira Gucci, e guardada em seu bolso de calça[o bolso da frente é recomendado como 'boa prática' de segurança], é quase impossível que elas sejam roubadas, perdidas ou destruídas", disse José João, responsável pela comunicação da Gucci LTDA.
Mas algumas pessoas que adotaram o dinheiro em seu início reportaram que essas carteiras físicas possuem falhas de segurança. "Eu estava em um bar em Belo Horizonte duas semanas atrás e esqueci minha carteira Gucci lá", disse José João, um turista. "Quando retornei na manhã seguinte, minha carteira estava lá mas meu dinheiro tinha ido embora!". Nós entramos em contato com a Gucci a respeito desta tentativa de hacking, mas preferiram não comentar "sobre matérias de cunho confidencial de consumidores."
Até mesmo criminosos não estão imunes aos riscos do dinheiro. O notório lugar "MercadoLivre" de drogas, onde vendedores e consumidores deixam envelopes de dinheiro (nos quais eles claramente escrevem seus nomes) na caixa de correio do lugar que gerenciava as transações, misteriosamente fechou na semana passada, citando 'roubo do dinheiro devido a um bug no processo de selamento dos envelopes'. Enquanto especialistas técnicos acreditam que seja possível que a cola no envelope não estivesse corretamente aplicada, eles também alertaram que uma "nota" é basicamente uma chave pública e privada ao mesmo tempo, e assinalaram que pode haver risco em deixar criminosos anônimos manter a chave privada de seus valores.
Requer presença física
No que parece ser a limitação mais estranha do dinheiro, ele só funciona para pagamentos entre 90 centímetros ou menos, e deve ser manuseado de um humano para outro para executar a transação.
Esse requisito é amplamente discutido como vulnerabilidade fatal para tradicionalistas.
José João, gerente de uma agência do Bradesco, disse: "Uma forma de pagamento que não pode ser usada a distância, não pode ser usada para e-commerce, não pode ser usada em dispositivos móveis, não pode ser usada em transações baseadas em computdores, não pode ser programada, não pode ser pensada como um sistema de pagamento. Eu admito, como forma de expressão de arte, transações em dinheiro é um experimento divertido, mas não tem aplicação no mundo real de banco, finanças ou comércio.
Ainda mais, dada a associação de dinheiro com atividades criminais, nós estamos recusando ofertar serviços bancários e fechando contas de clientes que usam 'dinheiro', seja pessoa física ou jurídica. É a única forma que temos de assegurar que estamos seguindo nossas obrigações legais e regulatórias."
Reconhecidamente, se você tentar usar dinheiro em um país diferente do que foi emitido, ele será categoricamente recusado. Para que isso seja possível, você terá que ir em pontos pré-determinados, normalmente em aeroportos ou certos bancos, com horário de abertura limitado, que irá "trocar" suas notas pelas notas do país que você está visitando. Essas transações possuem altas taxas - normalmente 2-3% - para cada transação, significando que cada turista irá perder 5% ou mais de seu dinheiro em uma viagem típica apenas em custos de "troca', o que parece ser extraordinariamente alto para isso. Um cálculo complicado de multiplicação ou divisão.
Um passo para trás para economia
Economistas estão boquiabertos com legisladores que estão apoiando a adoção do dinheiro, apesar de suas fortes objeções. Uma ferramenta de política chave de Bancos Centrais tem sido o uso de taxas de juros positivas e negativas para gerenciar o crescimento econômico. Parece que isso não será possível com o dinheiro.
José João, um renomado jornalista para Folha de São Paulo, disse: "Este é um dia triste para a macro-economia. Se o dinheiro decolar de qualquer forma, ele reduzirá nosso controle sobre as alavancas da economia significativamente, fornecendo um mecanismo para depositantes a optar por sair de taxas de juros negativas. Dado o fato de que ele pode nos impedir de prevenir a próxima depressão e vai certamente reduzir a arrecadação de impostos, pode-se até considerá-lo diabólico."
Meio ambiente e impactos na saúde
Os ambientalistas expressaram preocupações sobre o impacto do dinheiro sobre o meio ambiente. "Você imagina que, em 2014, teríamos nos livrado de pesticidas e irrigação intensiva de algodão [leia-se: corte de árvores]. Agora teremos que tratar o algodão com tintas perigosas e transportá-lo com combustíveis fósseis, apenas para representar um valor como "20", que poderia ser representado eletronicamente sem, efetivamente, nenhum custo. Quando vamos aprender? ", Disse José João, recentemente nomeado diretor executivo do Clube Sierra.
Autoridades de saúde pública também advertiram que o dinheiro poderia ser um excelente vetor de transmissão de doenças. "Testamos várias 'notas' em nossos laboratórios recentemente e descobrimos que, em média, tem 20 vezes mais bactérias do que um assento sanitário", disse José João, vice-presidente de Pesquisa do hospital Albert Einstein. "Nosso conselho é que as pessoas devem evitar o dinheiro, em geral, e só lidar com isso se for absolutamente necessário. As crianças, os idosos e imunocomprometidos não devem manusear dinheiro em qualquer circunstância."
O que vem em seguida?
Os defensores do 'dinheiro' acham que ele acabará por ser uma tecnologia amplamente adotada que vai se espalhar por todo o mundo, permitindo que transações pessoais de médio porte (não micro-pagamentos, mas não mega-pagamentos também) de uma forma que é invulnerável a interrupções elétricas ou de internet e que dará início a uma nova era de comércio mais "humano".

Nós tentamos manter uma mente aberta nesta publicação para novas tecnologias, mas, até à data, temos dificuldade em ver o dinheiro de forma positiva. Certamente grupos criminosos vão aproveitar o anonimato perfeito do dinheiro para causar estragos na aplicação da lei e arrecadação de impostos, algo que é profundamente indesejável. Entre os cidadãos cumpridores da lei, podemos imaginar uma possível adoção em comunidades modernas densas, como Moema, onde 'carteiras', 'dinheiro' e 'dar troco' poderia ser mais um reflexo do seu ponto de vista de sistemas sociais modernos.
Fora isso, seria difícil recomendar que o consumidor ou comerciante médio torne-se envolvido no que é ainda hoje um sistema muito bugado, cheio de riscos, inconveniente, com altos custos de transação, além de ser possível transmissão de doenças. Mesmo se tratado perfeitamente, o dinheiro certamente irá manchar o seu negócio e vida pessoal com a reputação decadente dos traficantes de drogas, terroristas, lavadores de dinheiro e anarquistas que o usam hoje, ameaçando negócios e relacionamentos bancários e levantando as sobrancelhas de agências reguladoras sob sua comunidade.
Traduzido de http://ledracapital.com/blog/2014/2/17/bitcoin-series-19-bizarre-shadowy-paper-based-payment-system-being-rolled-out-worldwide
submitted by Filipehdbr to BrasilBitcoin [link] [comments]

Explicando o Bitcoin.

Explicar o Bitcoin para novos usuários não é uma tarefa fácil, há muitos erros sobre a moeda virtual até mesmo na mídia sobre bitcoins. Para contribuir com a difusão do conhecimento sobre esta tecnologia. Deixo este post.
Bitcoin
Bitcoin é um dinheiro eletrônico P2P baseado em criptografia de chave publica que permite pagamentos online serem feitos sem intermédio de nenhuma uma instituição financeira.
Criptografia
O bitcoin usa a criptografia de chave publica, os endereços bitcoins nada mais são do que o hash da chave publica a qual é derivada da chave privada. Somente quem tem a chave privada correspondente ao endereço bitcoin pode gastar o valor que está endereço.
Exemplo de Chave Privada em formato Hexadecimal:
a2d3c4a4ae6559e9f13f093cc6e32459c5249da723de810651b4b54373385e2 
Exemplo de Chave Privada em formato WIF (Wallet Import Format) ( Formato de Importação de Carteira)
5K7EWwEuJu9wPi4q7HmWQ7xgv8GxZ2KqkFbjYMGvTCXmY22oCbr 
Exemplo de Endereço correspondente a chave privada ( Não use este endereço e esta chave).
1Q7f2rL2irjpvsKVys5W2cmKJYss82rNCy 
Endereços podem ser verificados em:
https://blockchain.info/address/<**endereço-bitcoin**> https://blockchain.info/address/1Q7f2rL2irjpvsKVys5W2cmKJYss82rNCy 
Tanto o endereço quanto a chave privada podem serem transmitidos de forma ótpica usando código QR, o qual pode ser lido por smartphones e dispositivos móveis.
Para se ter segurança a chave privada deve ser o mais aleatória/ randômica o possível além de ser armazenada com criptografada e senha.
Carteiras
Como dito novamente uma carteira bitcoin não armazena bitcoins. A carteira é um software que cria e protege chaves privadas com criptográfia e senha e envia transações a rede bitcoin para transferir balanços de bitcoin do endereços que tem a chave privada. Há três tipos de software de carteira: A carteira local, a e-wallet (carteira hospedada em sites) e carteira bitcoin impressa em papel.
Carteiras Locais
Exemplos de carteira local são o bitcoind e sua inteface gráfica bitcoin-qt (que é o cliente original criado por Satoshi Nakamoto) cuja desvantagem é baixa todo o arquivo do blockchain que agora são mais de 20 GB. Outras carteiras são o Electrum (a qual não baixa todo blockchain). Existem também carteiras bitcoins para smartphones.
Carteiras E-Wallet
Apesar de os bitcoins (diga-se as chaves privadas) serem mais seguros de serem guardadas localmente e não ser preciso de nenhuma instituição financeira para realizar transações, as carteira online tem certas vantagems tais como:
Vantagens:
Desvantagens:
Carteira impressa, em Papel ( Paper Wallet)
Uma carteira de papel é somente a chave privada e o endereços impressos em papel com código QR ou impressos. A carteira de papel pode ser usada para vender se bitcoins em um caixa eletrônico por exemplo ou para um armazenamento mais seguro da chave privada.
Rede Bitcoin
Blockchain:
Todas transações são armazenadas no "blockchain" que é um banco de dados que armazena os endereços, balanços de cada "endereço" e o codigo das transações. Cada participante da rede armazena uma copia do arquivo blockchain que roda um client "full node" ou um cliente completo que baixa todo o arquivo blockchain.
Cada transação é transmitida para todos participantes da rede e armazenada em nos arquivos "blockchain" de cada cliente.
Mineiros: Computadores que rodam o software de mineração ou hardwares especiais que resolvem um problema matemático difícil que consome muita energia, processamento e memoria e a cada vez que resolvem o problema recebem como recompensa um balanço, quantidade de bitcoins pelo algoritmo. Os "Mineiros" criam bitcoins e validam transações.
Moedas: Não existem moedas "coins" na rede bitcoin, o que existe é um balanço quantidade bitcoins, um mero número associado a um "endereço". Esta quantidade de bitcoins é armazenada no blockchain, isto é, em toda a rede. Somente pode realizar transferências de bitcoins contidos em um endereço quem tem a chave privada associada a ele. Perde-se os bitcoins quando se perde a "chave privada".
Carteira/ Wallet
Existem dois tipos de carteiras E-Wallet (Carteiras Remotas) e carteiras locais. A carteira bitocoin local é um software ou que pode criar "chaves privadas", endereços bitcoins através da chave privada e trasnferir o balanço bitcoin contido no endereço.
Privacidade e Segurança
Privacidade
Segurança
Obtendo-se Bitcoins
Existem várias formas de se obter bitcoins:
Formas de Pagamento/ Recebimento em bitcoins:
Pagamento em Bitcoins.
  1. O vendedor fornece seu endereço bitcoin.
  2. O comprador que pagará usando bitcoin com sua "carteira" wallet e chave privada transfere os bitcoins de seu endereço para o endereço do vendedor. A carteira pode tanto rodar em computador, celular ou ser uma e-wallet.
  3. O vendedor espera de 5 a 7 confirmações.
Comprando-se Bitcoins
Método 1: Trocar Bitcoin diretamente por dinheiro
  1. O comprador de bitcoins fornece seu endereço bitcoin ao vendedor.
  2. O vendedor com sua "carteira" Wallet transfere os seus bitcoins para o endereço do comprador e recebe dinheiro em troca.
  3. O comprador verifica se houveram confirmações da transação e checa seu balanço.
Método 2: Comprar chave privada 1. O comprador de bitcoins compra uma chave privada impressa em papel ou formato digital com a chave privada, o endereço e quantidade que estar a comprar.
  1. O comprador verifica o balanço do endereço e transfere com a chave privada dada para algum endereço seu associado a outra chave que tenha criado.
  2. Este método é mais usado com caixas eletrônicos, a chave privada pode vir impressa em bilhete em formato alfa-númerico e com código QR.
Desafios
Sumário:
- Dinheiro Digital - Descentralizado - Banco Virtual ( Você pode ser seu próprio banco) - Rede de pagamentos - Anti Inflacionário, finito de modo a emular o "ouro" - Não pode ser confiscado - Não pode ser apreendido pelo governo - Baseado em criptográfia 
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Entidades Reguladoras Veem Valor No Bitcoin, E Investidores Se Apressam Em Concordar.

BY NATHANIEL POPPER
A moeda virtual bitcoin deu um grande passo em direção a sua popularização nesta segunda-feira quando as autoridades federais sinalizaram sua disposição de aceitá-la como uma alternativa de pagamento legítimo. Um número de funcionários federais disse em uma audiência no Senado que essas redes financeiras ofereceram benefícios reais para o sistema financeiro, assim como eles reconheceram que as novas formas de dinheiro digitais haviam fornecido caminhos para a lavagem de dinheiro e atividades ilegais.
"Há muitas oportunidades para as moedas digitais operarem dentro das leis e regulamentos existentes", disse Edward Lowery, um agente especial do Serviço Secreto, que é encarregado de proteger a integridade do dólar. Sinais de que o governo não iria se colocar no caminho do desenvolvimento do bitcoin, mesmo que ele venha reprimindo as redes criminosas que usam o dinheiro digital, alimentou uma forte recuperação no preço do cripto-moeda.
Na segunda-feira à noite, o valor de uma unidade de bitcoin explodiu ultrapassando 700 dólares em algumas trocas. Esse excepcional montante de bitcoins - que é criado por uma rede de usuários que resolvem problemas matemáticos complexos - agora vale mais de US $ 7 bilhões. A audiência do Senado nesta segunda-feira à tarde, foi uma indicação mais clara do desejo do governo de lidar com as consequências deste crescimento, e o reconhecimento de que o bitcoin e outras redes semelhantes podem se tornar peças mais duradouras e importantes do cenário financeiro.
Video: http://www.nytimes.com/video/business/100000002167289/bitcoin-has-real-world-investors.html
"A decisão de trazer a moeda virtual dentro do escopo do nosso quadro regulamentar deve ser visto por aqueles que respeitam e obedecem aos fundamentos básicos da lei como um desenvolvimento positivo para o setor", disse Jennifer Shasky Calvery, o diretor do Departamento de Execução de Crimes Financeiros do Tesouro. "Ele reconhece a inovação que moedas virtuais fornecem, e os benefícios que elas podem oferecer." Ms. Shasky Calvery e os outros funcionários na audiência disseram que ainda havia questões básicas a serem respondidas sobre moedas virtuais, incluindo se elas realmente podem ser consideradas moedas ou se são mais corretamente classificados como bens ou valores mobiliários. A distinção vai determinar quais agências regularam as redes e como elas serão tratadas sob a lei fiscal.
Ms. Shasky Calvery disse que a Receita Federal estava "trabalhando ativamente" em suas próprias regras para o bitcoin.
A audiência seguiu outras medidas menos visíveis tomadas pelos reguladores e legisladores para trazer o dinheiro digital ao mainstream monetário.
O principal regulador financeiro do Estado de Nova York, Benjamin M. Lawsky, disse na semana passada que ele iria realizar uma audiência para considerar a criação de um BitLicense para fornecer mais fiscalização para as transações. Mais cedo, a Comissão Federal Eleitoral expôs um aviso indicando que bitcoin pode ser legalmente aceitos como doações políticas.
O conselheiro geral da Fundação Bitcoin, uma organização sem fins lucrativos que defende a moeda, disse em seu depoimento na segunda-feira que ele estava recebendo uma resposta muito mais amigável do governo e do setor financeiro.
"Nós recentemente percebemos uma melhora acentuada no tom e ênfase tomada por ambos os funcionários do Estado e executivos de banco", disse o conselheiro-geral, Patrick Murck, disse.
Bitcoin tem experimentado uma ascensão notável desde que foi criado em 2009 por um programador anônimo ou coletivo conhecido como Satoshi Nakamoto. O dinheiro, que não está vinculado a qualquer moeda nacional, tem sido popular com tecnófilos que são céticos dos bancos centrais do mundo. Apenas uma quantidade finita de bitcoin será criada - 21 milhões de unidades. Os usuários alavancaram os preços pelas casas de câmbio pela Internet, apostando que a moeda será mais amplamente utilizada no futuro.
Há questões importantes sobre a sabedoria de usar o dinheiro digital como um investimento, uma vez que bitcoin não possui valor intrínseco e provou ser vulnerável a hackers. Muitos gestores de fundos têm recomendado aos investidores inexperientes para permanecerem longe.
Recentemente, porém, o bitcoin tem pegando fogo em todo o mundo, com trocas na China particularmente ativas. Um número crescente de investidores americanos proeminentes também compraram participações, incluindo Michael Novogratz, diretor da gigante Fortress Investment Group¹, assim como os gêmeos Winklevoss, Cameron e Tyler.
A participação cada vez mais generalizada do bitcoin deslocou a atenção para longe dos empreendimentos criminosos que usaram o dinheiro digital, mas era um foco na audiência do Senado.
No mês passado, o mercado on-line Silk Road, onde o Bitcoin é a principal forma de pagamento, foi fechado e seu fundador preso depois que as autoridades o acusaram de ser usado para comprar e vender drogas, armas e pornografia. O presidente da comissão do Senado, Thomas R. Carper, democrata de Delaware, disse que poucos dias depois da prisão, um site semelhante surgiu.
"Pode ser mais difícil de rastrear os criminosos que usam o Bitcoin", policiais disseram na audiência, "porque operam através das fronteiras internacionais e muitas vezes não usam instituições financeiras estabelecidas que reportem as transações”.
Mas Mythili Raman, um procurador-geral adjunto do Departamento de Justiça, também disse que, porque cada transação de bitcoin era gravada em um registro público, foi possível aos investigadores rastrear a movimentação de dinheiro entre contas.
"Não é, de fato, anônimo. Não está imune a investigação", disse Raman.
Todos os funcionários na audiência disseram que crimes tinham sido um problema durante os primeiros dias de cartões de crédito e sistemas de pagamento online como o PayPal, e não deve ser uma razão para limitar a inovação.
"É nosso dever, como aplicadores da lei de permanecermos vigilantes, reconhecendo que há muitos usuários legítimos desses serviços", disse Raman.
Os defensores do bitcoin que testemunharam na audiência disseram que o bitcoin pode trazer grandes mudanças para o sistema financeiro por cortar os intermediários necessários para movimentar o dinheiro em todo o mundo. "Estou aqui para testemunhar porque eu acredito que a moeda digital global representa uma das inovações técnicas e econômicas mais importantes do nosso tempo", disse Jeremy Allaire, presidente-executivo do Círculo Internet Financial, que está tentando promover uma utilização mais difundida da moeda.
Dado o apelo do bitcoin aos céticos do governo, muitos aficionados têm sido cautelosos com envolvimento de Washington. Mas os defensores na audiência disseram que a crescente cooperação com as entidades reguladoras poderiam lançar as bases para um maior crescimento.
"À medida que essa tecnologia se desloca de pioneiros para a aceitação popular, é fundamental em minha opinião, que os governos federais e estaduais estabeleçam políticas em torno da moeda digital", disse Allaire.
¹http://dealbook.on.nytimes.com/public/overview?symbol=FIG&inline=nyt-org
Traduzido por Sarah Alexandre
Uma versão desse artigo aparece na impressão de 19/11/2013, na página B1 da edição do NewYork com o título: “Regulators See Value in Bitcoin, And Investors Hasten to Agree” Texto original em: http://dealbook.nytimes.com/2013/11/18/regulators-see-value-in-bitcoin-and-investors-hasten-to-agree/?_r=0
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Crédito, débito ou bitcoin?

São Paulo - O empresário Rodrigo Souza, de 34 anos, mudou-se para os Estados Unidos em 2008 e colocou seu apartamento em Santos à venda no ano passado. Nada de excepcional, não fosse a única forma de pagamento aceita: bitcoin.
Como mora em outro país, essa é, segundo ele, a melhor maneira de receber o dinheiro sem pagar as altíssimas taxas de remessa ao exterior — que podem chegar a 10% do valor de venda — ou do imposto sobre operações financeiras (IOF), que no fim do ano passado chegou a 6,38%.
Essa transação não é novidade para Rodrigo. Sócio de uma empresa de vídeos publicitários de animação, a MindBug Studios, Rodrigo tem colaboradores espalhados por quatro países. Seus empregados no Brasil e na Argentina recebem o salário em bitcoins.
“Tentei pagá-los via PayPal (serviço online de pagamentos), mas as taxas sequestravam boa parte do dinheiro. Com o bitcoin, eles recebem o salário integral e descontam os impostos nos países onde moram”, diz. Rodrigo também aceita, e até prefere, essa moeda como forma de pagamento pelos serviços prestados por sua empresa. “O dinheiro chega mais rapidamente e eu me livro das taxas”, afirma.
O empresário usa bitcoins principalmente como forma de transferir dinheiro e mantém cerca de 20% do patrimônio na moeda virtual. “Como o valor é muito volátil, prefiro transferir o resto para dólar, por garantia”, explica.
O bitcoin é uma moeda que circula apenas online, sem a regulação de um banco central e com transações encriptadas, ou seja, transmitidas em códigos, para dar segurança ao usuário e manter anônimas suas informações. Cada unidade valia, no início de abril, 446 dólares.
No dia 19 de novembro a moeda havia chegado a 545 dólares. Dez dias depois, estava cotada em 1 023 dólares. Essa instabilidade é um dos principais argumentos dos economistas que afirmam que o “bit­coin é algo mais parecido com loteria do que com moe­da”. A frase é do professor de finanças da FGV Samy Dana.
“Uma moeda precisa armazenar e conservar valor, mas o bitcoin oscila mais de 20% em um único dia”, diz Samy. Outra questão é a falta de uma autoridade monetária. “Não existe uma agência central reguladora. Isso deixa o bitcoin praticamente à margem da lei”, diz o professor de finanças do Ibmec do Rio de Janeiro Nelson de Souza.
Entretanto, há quem defenda que o bitcoin seja a moeda do futuro. No fim do ano passado, Ben Bernanke, então presidente do Federal Reserve, o banco central americano, enviou uma declaração ao Comitê de Segurança Nacional do Senado reconhecendo que o bitcoin “pode ser uma promessa, particularmente se as inovações que ele traz forem capazes de promover um sistema de pagamento mais rápido, seguro e eficiente”.
O Departamento de Justiça americano também emitiu um co­municado oficial informando que as operações com bitcoin são um meio legal de troca. “O Departamento de Justiça reconhece que muitos sistemas monetários virtuais oferecem serviços financeiros legítimos e possuem potencial para promover um comércio global mais eficiente.”
No Brasil, só 52 estabelecimentos estão no coinmap, o mapa que mostra quem aceita bitcoins. Parece pouco, mas esse número dobrou desde o fim do ano passado. O engenheiro da computação de Belo Horizonte Eduardo Camponez, de 33 anos, deve aumentar essa lista.
Ele convenceu uma escola de inglês online a aceitar bitcoins. Eduardo começou a estudar o bitcoin no fim do ano passado e já usou a moeda virtual para comprar em sites como Amazon. Para ele, a principal vantagem dela é ficar livre de intervenções de governos e bancos.
Esse aspecto, no entanto, preocupa autoridades do mundo todo. Um bom exemplo disso foi o que aconteceu em 2010, quando o governo americano tentou fechar o WikiLeaks, site que vazou documentos confidenciais da Casa Branca sobre a guerra no Afeganistão.
Como punição, o governo americano proibiu que bancos e operadoras de cartões de crédito transferissem dinheiro ao site, que vive de doações. Foi então que o WikiLeaks começou a receber doações em bitcoins, que não podem ser bloqueadas nem rastreadas pelas autoridades.
Na rede, é possível visualizar quanto e quando o dinheiro foi transferido, mas as contas que o enviaram e o receberam permanecem anônimas. Com base nessa premissa, Charlie Shrem, criador da BitInstant, empresa de negociação da moeda virtual, foi preso em janeiro, acusado de um esquema de venda de bitcoins para usuários do Silk Road, mercado negro online que vende drogas e armas ilegalmente.
A origem do bitcoin é incerta. Acredita-se que ele tenha sido criado em 2008 por Satoshi Nakamoto, programador japonês de 64 anos radicado nos Estados Unidos. No mês passado, a revista americana Newsweek tentou confirmar a informação, que foi negada por Satoshi.
Mais misteriosa ainda foi a forma como, em fevereiro, a Mt. Gox, maior bolsa para troca de bitcoins no Japão, anunciou que 300 milhões de dólares na moeda virtual foram roubados por hackers. “Fraudes acontecem com qualquer moeda”, diz Eduardo Camponez.
O bitcoin é considerado por seus defensores uma resposta à alta carga tributária e ao excesso de regulação do sistema monetário. “Ela representa uma revolução sem precedentes no sistema bancário mundial”, diz o economista Fernando Ulrich, autor do livro Bitcoin — a Moeda na Era Digital. Já há centenas de criptomoedas criadas a partir do código-fonte do bitcoin.
A ripple, uma delas, já recebeu aportes milionários de investidores como o Google Ventures. Na dúvida, talvez seja bom se acostumar com a ideia de ter uma carteira digital. Ela pode se tornar uma realidade na sua vida num futuro bem próximo.
Entenda como são feitas as transações com essa moeda virtual
O que é: Uma moeda que só circula online, com transações feitas em códigos para proteger a identidade de seus usuários
Bitcoin: As transferências, mesmo que internacionais, são feitas diretamente entre os usuários, sem taxas.
Moeda convencional: Operações com cartões de crédito e débito ou transferências de dinheiro passam pelos bancos.
Como encher a carteira
Vendendo
• Vendendo produtos, em lojas e sites, e aceitando bitcoins em troca.
Comprando
• Comprando a moeda de outras pessoas em sites como LocalBitcoins.com ou em casas de câmbio especializadas.
Minerando
• Resolvendo problemas matemáticos gerados pelo software do bitcoin, usado para autenticar as transações com a moeda na internet. Quem soluciona primeiro os problemas é recompensado com um pagamento em bitcoins pelo serviço prestado aos demais usuários.
Essas pessoas são chamadas de mineradoras, porque “garimpam” seus bitcoins em vez de comprá-los.
Saiba como uma compradora nos Estados Unidos faria para adquirir com bitcoins um par de sapatos de uma loja na Itália e como a operação é validada pelos membros da rede
1 O primeiro passo é criar uma carteira virtual em sites como Coinbase e Multibit. Cada conta dá acesso a uma série de endereços, cada um formado por uma sequência de letras e números.
2 Quando visita um site de compras e decide adquirir um produto em bitcoins, a compradora recebe do vendedor um endereço.
3 O passo seguinte será entrar em sua própria carteira virtual e usar sua assinatura digital — uma espécie de senha — para autorizar a transferência para o endereço gerado pelo vendedor.
4 Cada transação gera um problema matemático, que precisa ser solucionado pelos mineradores para que a operação seja finalizada. Os mineradores emprestam a capacidade analítica de seus computadores para a rede e, como forma de bonificação, recebem 25 bitcoins por operação completada.
5 Para cada transação, é gerada uma chave pública — uma senha que permite a qualquer membro da rede verificar se a operação é válida, embora ninguém possa identificar os envolvidos nela.
Confira abaixo as vantagens e as desvantagens envolvidas no uso do bitcoin
Vantagens
• É possível enviar dinheiro para qualquer lugar do mundo sem pagar as altas taxas de transferência cobradas pelos bancos.
• Qualquer membro da rede pode ver quais transações foram feitas, o que reduz a possibilidade de fraudes. O valor e o horário das operações são registrados, mas os usuários permanecem anônimos — a menos que alterem seu nível de privacidade.
• No Brasil, só 52 estabelecimentos admitem bitcoins como forma de pagamento. Parece pouco, mas esse número já é o dobro do que existia até o fim do ano passado.
• É possível trocar reais por dólares ou qualquer moeda estrangeira sem incidência do imposto sobre operações financeiras (IOF), que chegou a 6,38% em 2013. Basta comprar bitcoins com moeda nacional e vendê-los na moeda desejada.
Riscos
• Não há a quem recorrer em caso de fraude ou quebra de uma casa de câmbio de bitcoins.
• Como não é uma moeda regulamentada, o valor do bitcoin pode oscilar mais de 100% em um dia. Sua alta volatilidade faz com que ele não seja indicado como investimento.
• Assim como qualquer coisa que só existe o mundo virtual, carteiras e contas podem ser invadidas por hackers.
• Ainda são poucos os estabelecimentos ou prestadores de serviços que aceitam essa moeda
Fonte EXAME
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Entrevista com Gavin Andessen

Mais confiança significa mais investimento', diz chefe do Bitcoin
Para Gavin Andessen, pessoas que estão usando Bitcoin agora são pioneiras pois correm riscos e exploram uma nova forma de fazer as coisas
Gavin Andresen é a imagem mais próxima que o Bitcoin, o primeiro sistema monetário nascido na internet, tem de um líder. O norte-americano é hoje o chefe do desenvolvimento open source do Bitcoin e é o cientista-chefe da Bitcoin Foundation, instituição que estabelece padrões para o uso do dinheiro digital. Formado em Ciências da Computação por Princeton, Andresen já trabalhou no Vale do Silício e hoje advoga a favor da descentralização financeira e da privacidade. Criado em 2008 pelo hacker conhecido como Satoshi Nakamoto, a moeda ganhou fama no primeiro semestre deste ano, quando sua cotação chegou a US$ 266, atraindo a atenção da mídia e de fundos de investimento e empresários — entre eles Google e os irmãos Winklevoss, co-criadores do Facebook. Hoje, movimenta US$ 1 bilhão por ano (em 2010, era US$ 1 milhão) entre transações legais e ilegais. Em conversa por telefone, Andresen falou sobre os atuais desafios do Bitcoin.
Muitas matérias publicadas na imprensa e comentários de usuários acusam você de ser Satoshi Nakamoto, o criador anônimo do Bitcoin. É você?
Não sou Satoshi. Já fui questionado sobre isso vezes demais para continuar contando. Eu suponho que minha reação a esses rumores é de agradecimento por pensarem que sou inteligente o bastante por ter criado uma ideia revolucionária como a do Bitcoin.
As suspeitas vêm do fato de que você é um dos poucos a dizer que teve contato direto com Satoshi Nakamoto. Como foram essas interações e como esse relacionamento começou?
Pude me comunicar regularmente com Satoshi Nakamoto via e-mail e através dos fóruns especializados BitcoinTalk, de maio de 2010 até o começo de 2011, quando Satoshi me disse que passaria a se envolver com coisas diferentes. Eu não tenho ideia da sua identidade ou no que ele — ou ela, ou eles — está trabalhando agora.
Qual é o seu papel no desenvolvimento do Bitcoin? O que atraiu na direção das criptomoedas?
Fiquei envolvido com o projeto do Bitcoin em maio de 2010, um ano depois que ele havia começado. Ele tinha apelo comigo porque eu me interesso por sistemas descentralizados (“peer-to-peer”), criptografia e economia. Com o tempo, fui ficando mais e mais envolvido, voluntariando o meu tempo para melhorar o software que permite o funcionamento do Bitcoin, até que eu assumi o posto de desenvolvedor-chefe do projeto em 2011.
Quais são suas funções na Bitcoin Foundation? Ano passado, eu e algumas outras pessoas que estão comprometidas com o projeto criamos a organização sem fins lucrativos Bitcoin Foundation, que tem a missão de criar padrões, promover e proteger o Bitcoin. Meu papel ainda é de “desenvolvedor-chefe” — eu passo a maior parte do meu tempo pensando sobre, falando sobre e trabalhando no software de código aberto que cria a possibilidade de um sistema de pagamento. Como a maioria dos projetos open source, a maior parte do trabalho é feita por voluntários, motivados pela ideia que o projeto vingue. Com o crescimento do Bitcoin como moeda, espero passar do meu papel atual para algo como “cientista-chefe”, onde vou trabalhar menos tempo com a engenharia do software e mais em problemas abstratos como melhores práticas para a segurança e transparência do Bitcoin.
Como explicar para uma pessoa comum as vantagens em relação ao sistema bancário tradicional?
Para os vendedores, Bitcoin é um meio de baixo custo que possibilita que se aceite pagamento de qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo. Para os consumidores, Bitcoin é uma forma de baixo custo de pagar por coisas — muitos comércios de Bitcoin acabam repassando aos consumidores a sua economia, na forma de mercadorias mais baratas. Outra vantagem para os consumidores é a garantia da proteção da privacidade. Mas é preciso ser realista, para a maioria dos vendedores e consumidores dos países desenvolvidos e com sistemas bancários estáveis, o sistema tradicional provavelmente é uma melhor solução por ora. O Bitcoin ainda está na fase “early adopter” — o preço flutua bastante, e eu ainda não posso pedir que as pessoas invistam tempo ou dinheiro no Bitcoin se elas não podem pagar por uma perda. Temos que ver as pessoas que estão usando Bitcoin agora como pioneiras, pois correm riscos e exploram toda uma nova forma de fazer as coisas.
Qual o melhor caminho para a consolidação do Bitcoin como uma moeda segura? Você vê possibilidade de ele ficar restrito a nichos? Eu acho que continuará a crescer enquanto a rede de pagamentos se mantiver confiável e processando as transações de forma segura. Quanto mais o Bitcoin durar, mais as pessoas estarão dispostas a confiar nele. E isso criará um ciclo em que mais confiança significa mais investimento, mais comércios aceitando o Bitcoin, mais consumidores dispostos a gastá-lo. É sim possível que o Bitcoin nunca seja aceito na loja de conveniência da esquina, mas ainda assim a moeda será usada para transferências que transcendam fronteiras e pagamentos online em áreas que os bancos tradicionais não funcionam bem.
É possível comprar armas, drogas e contrabando com Bitcoins. Existe espaço para a regulação governamental do Bitcoin e de outras criptomoedas? Ou elas são incontroláveis?
Tentar regular diretamente que transações são ou não permitidas no sistema de pagamentos do Bitcoin seria impossível, porque se trata de uma rede peer-to-peer com dezenas de milhares de computadores conectados no mundo todo. No entanto, um país como a Coreia do Norte, que censura o livre acesso à internet aos seus cidadãos, certamente pode conseguir bloquear também o Bitcoin. E supondo que o Bitcoin continue a crescer como está crescendo, ele eventualmente vai ser grande o bastante para preocupar todos os países com controle do capital, porque se eles tiverem tráfego de internet correndo por entre as suas fronteiras, as transações em Bitcoin também poderão fluir.
Texto de Rafael Cabral GALILEU
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Bitcoin: Compra e venda de mistério

Nada impede que, do dia para a noite, todo investimento em bitcoins se evapore. Não há um governo que emita títulos em bitcoin. Nenhum ativo da economia real lastreia a moeda virtual - nem se pode ter certeza de que seu fundamento matemático será válido indefinidamente. Todos esses pontos descrevem um investimento arriscado, mas a maioria dos compradores de bitcoins está bem ciente disso e segue negociando.
A novidade de uma moeda virtual como o bitcoin ou o ripple, que se apresenta como uma versão aperfeiçoada, não é a ausência de lastro. A rigor, o dólar americano não tem outro lastro desde que Richard Nixon deu cabo do sistema de Bretton Woods, em 1971, senão o fato de ser moeda de reserva internacional, graças ao poder econômico e, principalmente, militar dos Estados Unidos.
Isso tampouco é novidade. Em "Debt: The First 5000 Years" (2011), o antropólogo americano David Graeber conta como, muitos séculos depois que o Império Romano desapareceu, aldeias medievais do norte da Europa, onde as tropas imperiais jamais puseram os pés, ainda usavam denários para contabilizar dívidas e empréstimos. Mas eram denários que só existiam no pergaminho, ou seja, eram uma unidade contábil. Dinheiro "de verdade" só era visto pelos senhores feudais.
Que lastro tinham esses imaginários denários? A unidade contábil anacrônica seria fundada sobre a vaga lembrança de um tempo de glória, o desejo da volta do poder central inquestionável, a promessa de um resgate no futuro longínquo? Sendo assim, seria justo dizer que o que conferia ao dinheiro sua realidade era a presença da ilusão, a materialidade de um sonho.
A rigor, o lastro de toda moeda é parcial e ambíguo. Esse estranho fato é revelado na turbulenta história daquilo que parece ser o perfeito oposto dos denários contábeis e do bitcoin. O padrão ouro se justificou pela solidez e pela durabilidade de um metal que parecia inquestionável. Se o valor estava inscrito no ouro, nem o mais agressivo dos governos poderia manipulá-lo.
Mas o poder tem caminhos misteriosos. Sempre que a situação apertava, os governos deslizavam para fora do padrão monetário, e ninguém deixava de negociar por isso. Muito pelo contrário, quem podia, aproveitava para especular, principalmente durante as guerras, em que se revelam os verdadeiros fundamentos da política e da economia. Não por acaso, como alertou Keynes, o açodamento dos ingleses em retornar ao padrão ouro após 1918, recuperando o lastro anunciado por ninguém menos que Sir Isaac Newton, deixou a economia britânica em maus lençóis quando da crise dos anos 1930.
Keith Hart, antropólogo britânico, argumenta no já clássico artigo "Heads or Tails: Two Sides of the Coin", de 1986, que a moeda nunca é apenas meio de troca, nem mera instituição social. A moeda sempre desempenha os dois papéis: é objeto, ou ativo, e vetor de simbologia e significado. Afirmar que o ouro se tornou moeda por ser fácil de carregar, muito divisível e raro, como diziam os economistas do século XIX, é só metade da história.
A outra metade foi narrada pelo historiador Peter L. Bernstein no livro "O Poder do Ouro". O estranho metal, cobiçado muito antes de ser cunhado, negociado ou estocado, tornou-se sinônimo de moeda porque fazia sonhar com glórias, riquezas e aventura. O subtítulo não deixa por menos: "a história de uma obsessão".
O máximo de bitcoins programado é de 21 milhões, divisíveis em 100 milhões de partes, para que se torne uma moeda deflacionária, ou seja, que bens nela denominados sejam contados em decimais cada vez menores. É viável? Mistério. Episódios como o de março, quando a atualização do software criou uma bifurcação no uso das moedas, permitindo o "gasto duplo", podem se repetir e inviabilizar a utopia? Mistério. Que grupos estão vendendo e comprando armas, drogas e outros ilícitos usando a moeda virtual e anônima? Como impedi-los? Mistério. O crescimento da concorrência, como o ripple e eventuais outros, vai estourar a bolha do bitcoin? Mistério.
No auge da crise cipriota, quando a cotação do bitcoin superou US$ 200 porque pareceu a internautas anônimos um porto seguro, a agência americana de combate a crimes financeiros lançou um documento que tratava de moedas virtuais, ou seja, do bitcoin. Em fóruns de discussão dedicados ao tema, muitos celebraram o que lhes parecia um reconhecimento oficial. Mas rapidamente os libertários contestaram: a ideia não era, desde o início, se ver livre do olhar de cobiça do Leviatã? Ou escapar às garras da plutocracia (os grandes bancos)? O que há, ímpios, a comemorar?
Não é mau argumento. O bitcoin nasceu envolto em mistério, vive há quatro anos imerso em mistério e de mistério ele é feito. Sem o mistério, o bitcoin não passa de um ativo como qualquer outro, excelente substituto para cheques de viagem, e nada mais. Certamente, ser um ativo (de preferência, estável, o que não tem sido o caso do bitcoin) é metade da vida de uma moeda. A outra metade é feita de símbolos, sonhos e política, algo de que o bitcoin, por enquanto, tem altíssimo teor.
Fonte Valor Economico
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Transação de 194.993 BTC valendo US $147 mil, desperta mistério e especulação.

Jon Southurst (@southtopia) | Publicado em 23 de Novembro de 2013 as 00:05 GMT
A comunidade Bitcoin estava zumbindo hoje depois de perceber que alguém havia transferido 194.993 BTC (mais de US $ 147 mil de acordo com o CoinDesk) em uma transação.
A transação, nomeada como "Shit Load of Money! (Uma porrada de dinheiro!)" por seu criador misterioso, apareceu no Blockchain.info no início da noite de 22 de novembro. Essa foi uma das maiores transações da história do bitcoin, de longe a maior na recente alta de preços do bitcoin, e representa 1,6% do total de bitcoins em circulação agora.
O caráter de distribuição natural do Bitcoin garante que todas as transações sejam visíveis no registro público, embora os usuários sejam identificados apenas por um endereço com mais de 30 caracteres (e todas as tags que eles escolherem adicionar). Se o endereço já não é conhecido e o usuário não se identificar de uma forma óbvia, eles permanecem anônimos, sem análise ou um trabalho de detetive.
Sem nenhuma surpresa, uma transação desse porte fez com que a comunidade bitcoin realizasse alguma análise e trabalho de detetive. A operação envolveu um grande número de endereços de envio, com alguns deles a partir de blocos minerados em fevereiro de 2010, ou mesmo antes, provocando animadas especulações de que poderia ser de Satoshi Nakamoto, o desaparecido (e provavelmente pseudônimo), fundador do bitcoin.
Ou era Richard Branson, que hoje causou seu próprio frenesi em torno da moeda digital ao anunciar que sua empresa, Virgin Galactic, iria aceitar pagamentos em bitcoin?
É pouco provável que Satoshi Nakamoto revele a si mesmo(a) de uma maneira tão ostensiva, e as primeiras cryptomoedas podem ter mudado de mãos várias vezes. Provavelmente o feliz proprietário é um minerador dos primórdios do bitcoin, ou uma empresa movendo o valor para uma forma mais segura de armazenamento físico. Mas, a tag bem humorada sugere um indivíduo ao invés de um negócio.
Na transferência desses 194.993 BTC é importante notar que eles não foram trocados por qualquer moeda fiduciária... conhecida. 'Dumping' (trocar por dinheiro físico) uma quantia tão grande de uma só vez, provavelmente, teria um impacto negativo sobre o valor do bitcoin.
Nos fóruns, alguns usuários estavam menos interessados na identidade dos proprietários e mais impressionados com a infraestrutura que permitiu tal montante ser transferido sem qualquer impedimento regulamentar, advogados, ou taxas (o usuário não pagou uma taxa de transação sequer). Mesmo entregando essa quantia em dinheiro vivo seria um desafio logístico.
"É maravilhoso ser tão fácil movimentar tanto dinheiro... Às vezes, me envolvo com grandes transações transfronteiriças, e a logística de fazer pagamentos deste porte é, na maioria das vezes, um pé no saco completo com fusos horários e expedientes bancários atrapalhando o caminho", escreveu o usuário “runam0k”.
Original em: http://www.coindesk.com/194993-btc-transaction-147m-mystery-and-speculation/
Traduzido por Sarah Alexandre
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Após mais de 6 anos, criação da moeda virtual bitcoin ainda envolve enigma NATHANIEL POPPER DO "NEW YORK TIMES"

É um dos grandes mistérios da era digital.
A caçada por Satoshi Nakamoto, o esquivo criador do bitcoin, cativou até mesmo aqueles que acreditam que a moeda virtual é uma espécie de esquema de pirâmide on-line. Um emaranhado de fatos resultou no surgimento de uma lenda: alguém usando o nome Satoshi Nakamoto lançou o software do bitcoin no começo de 2009 e se comunicava com os usuários da moeda nascente por meio de e-mails –mas nunca por telefone ou em pessoa.
Depois, em 2011, no exato momento em que a tecnologia começou a atrair atenção mais ampla, os e-mails cessaram. De repente, Satoshi sumiu, mas as histórias sobre ele não pararam de crescer.
Ao longo dos últimos 12 meses, venho trabalhando em um livro sobre a história do bitcoin, e é difícil não me deixar atrair pela charada quase mística da identidade de Satoshi Nakamoto. Quando eu estava começando minhas pesquisas, a revista "Newsweek" ganhou atenção com uma reportagem de capa, em março de 2014, na qual alegava que Satoshi era um engenheiro desempregado, de mais de 60 anos, que vivia em um subúrbio de Los Angeles.
Um dia depois de publicada a reportagem, porém, a maior parte das pessoas que conhece bem o bitcoin já havia concluído que a revista tinha apontado o homem errado.
Muitas pessoas na comunidade do bitcoin me disseram que, em deferência ao claro desejo de privacidade do criador da moeda virtual, não queriam ver o mago desmascarado. Mas mesmo entre aqueles que fizeram essa afirmação, poucos conseguiam resistir a um debate sobre as pistas deixadas pelo fundador.
O POSSÍVEL HOMEM
Ao participar dessas conversas com os programadores e empreendedores mais profundamente envolvidos com o bitcoin, encontrei uma crença silenciosa, mas profundamente enraizada de que boa parte dos indícios mais convincentes aponta para um norte-americano recluso de ascendência húngara chamado Nick Szabo.
Szabo é um mistério quase tão grande quanto Satoshi. Mas no curso de meu trabalho de reportagem comecei a levantar novos indícios que me envolveram ainda mais nessa busca, e cheguei até a participar de um raro encontro pessoal com Szabo, em um evento privado reunindo os principais programadores e empreendedores do bitcoin.
No evento, Szabo negou que fosse Satoshi, como o vem negando consistentemente em suas comunicações eletrônicas. Mas ele reconheceu que seu histórico deixava pouca dúvida de que era parte do pequeno grupo de pessoas que, ao longo de décadas, trabalhando às vezes cooperativamente e às vezes em competição, lançaram as fundações para o bitcoin. E criaram muitos dos componentes posteriormente integrados à moeda virtual.
A mais notável contribuição de Szabo foi um predecessor do bitcoin chamado "bit gold", que atingia muitos dos mesmos objetivos da moeda virtual e usava ferramentas semelhantes de matemática avançada e criptografia.
Pode ser impossível provar a identidade de Satoshi até que a pessoa (ou pessoas) que se ocultam por trás da cortina do bitcoin decida se apresentar e prove controlar as velhas contas de comunicação eletrônica de Satoshi.
A essa altura, a identidade do criador já não é importante para o futuro do bitcoin. Desde que Satoshi deixou de contribuir para o projeto, em 2011, a maior parte do código de fonte aberta da moeda virtual foi reescrito por um grupo de programadores cujas identidades são conhecidas.
A CRIAÇÃO
Mas a história de Szabo oferece percepções sobre alguns elementos frequentemente incompreendidos na criação do bitcoin. O software não veio do nada, como se presume ocasionalmente, mas, em vez disso, se baseou em ideias de múltiplas pessoas desenvolvidas ao longo de décadas.
A história do bitcoin envolve mais que simples curiosidade. O software veio a ser encarado em círculos acadêmicos e financeiros como um significativo avanço na ciência da computação, que pode mudar a maneira pela qual o dinheiro funciona e é movimentado. Recentemente, bancos como o Goldman Sachs deram os primeiros passos em direção a adotar a tecnologia.
Szabo manteve seu discreto envolvimento com o projeto. No início de 2014, ele começou a trabalhar para a Vaurum, uma start-up (empresa iniciante de tecnologia) relacionada ao bitcoin e sediada em Palo Alto, Califórnia.
A companhia vinha operando discretamente e seu objetivo era criar um mercado melhor para o bitcoin. Depois de sua chegada, Szabo ajudou a reorientar a empresa a fim de explorar a capacidade do bitcoin para operar com os chamados contratos inteligentes, que permitem transações financeiras autoexecutadas.
Depois que Szabo levou a empresa a tomar essa nova direção, seu nome mudou para Mirror, e ela recentemente levantou US$ 12,5 milhões em capital junto a grupos de capital de risco. A companhia não quis comentar para este artigo.
O papel de Szabo na Vaurum precisava ser mantido em segredo devido ao desejo de privacidade dele. Szabo acabou deixando a empresa no final de 2014, nervoso com a exposição pública, disseram pessoas informadas sobre as operações da companhia. Enquanto esteve lá, porém, o elenco de competências e de conhecimentos de que ele dispunha levou muitos colegas a concluir que Szabo muito provavelmente esteve envolvido na criação do bitcoin, mesmo que não tenha feito o trabalho sozinho.
O ENCONTRO
Fui apresentado a Szabo, um sujeito grandão e barbado, em um evento de bitcoin no lago Tahoe, na casa de férias de Dan Morehead, ex-executivo do Goldman Sachs e atual proprietário da Pantera Capital, uma empresa de investimento cujo foco é o bitcoin. Na época, Szabo trabalhava para a Vaurum. Morehead e os outros executivos de fundos de hedge presentes todos usavam mocassins e jeans de corte fino. Szabo exibia a calvície incipiente por entre os cabelos ruivos já se tornando grisalhos, calçava tênis velhos e usava uma camisa listrada para fora da calça.
Ele não estava participando das rodas de conversa, e consegui encurralá-lo na cozinha na hora dos coquetéis. Ele se mostrou notavelmente reservado e contornou perguntas sobre onde vivia e trabalhava, mas ficou irritado quando citei o que se diz sobre ele na Internet –por exemplo, que ele é professor de direito na Universidade George Washington– e sobre a possibilidade de que seja o criador do bitcoin.
"Bem, direi o seguinte, na esperança de estabelecer o histórico", ele comentou, em tom ácido. "Não sou Satoshi e não sou professor universitário. Na verdade, nunca fui professor universitário."
A conversa se tornou menos acalorada quando lhe perguntei sobre as origens dos muitos complicados componentes de código e criptografia usados para o software do bitcoin, e sobre o pequeno número de pessoas que teriam os conhecimentos necessários a unir essas peças.
Quando questionado se acreditava que Satoshi conhecia seu trabalho, Szabo disse entender por que havia tanta especulação quanto ao seu papel no processo. "Tudo que digo é que existem muitos paralelos, e isso parece engraçado, para mim e para outras pessoas."
O jantar começou, interrompendo a conversa, e não tive nova oportunidade de falar com Szabo.
Quando troquei e-mails com ele, Szabo repetiu sua negativa. "Como já declarei muitas vezes, essas especulações todas são lisonjeiras, mas erradas –não sou Satoshi."
PUNKS
Muitos dos conceitos centrais para o bitcoin foram desenvolvidos em uma comunidade on-line conhecida como Cypherpunks, uma organização frouxamente conectada de ativistas da privacidade digital. Como parte de sua missão, eles decidiram criar um dinheiro virtual que pudesse ser tão anônimo quanto o dinheiro físico. Szabo era membro da comunidade e em 1993 escreveu uma mensagem aos demais cypherpunks descrevendo as diversas motivações dos participantes de uma reunião do grupo que acabava de acontecer.
Algumas das pessoas, ele escreveu, "são libertários que querem excluir o governo de suas vidas, outras são progressistas que lutam contra a NSA [Agência Nacional de Segurança norte-americana], outras ainda se divertem ao incomodar os poderosos com hacks bacanas".
Szabo tinha uma mentalidade libertária. O que o atraía nessas ideias, ele me disse, era em parte relacionado ao seu pai, que combateu os comunistas na Hungria nos anos 50 antes de se assentar nos Estados Unidos, onde Szabo nasceu há 51 anos. Criado no Estado de Washington, Szabo estudou ciência da computação na Universidade de Washington.
Diversas experiências com dinheiro digital foram conduzidas nas listas do Cypherpunks nos anos 1990. O pesquisador britânico Adam Back criou o hashcash, mais tarde um dos componentes centrais do bitcoin. Outro projeto, chamado money, foi criado por Wei Dai, um engenheiro de computação muito zeloso de sua privacidade.
Quando nenhuma dessas experiências decolou, muitos dos participantes do grupo perderam o interesse pelo assunto. Mas não Szabo. Ele trabalhou seis meses como consultor para uma companhia chamada DigiCash, de acordo com um post em seu blog. Em 1998, enviou uma descrição genérica de seu projeto de dinheiro virtual, o bit gold, a um pequeno grupo de pessoas ainda interessadas na ideia, como Daí e Hal Finney, programador em Santa Barbara, Califórnia, que tentou criar uma versão de uso prático para a moeda.
O conceito do bit gold era bem parecido com o do bitcoin. Incluía um token digital escasso, como o ouro, que podia ser enviado eletronicamente sem a necessidade de passar por uma autoridade central, por exemplo um banco.
Esse histórico aponta para o papel importante que Szabo e diversos outros pesquisadores desempenharam na criação dos blocos básicos de construção do bitcoin. Quando o estudo no qual Satoshi Nakamoto descrevia o bitcoin foi publicado, em 2008, ele citava o hashcash, de Back. As primeiras pessoas com quem Satoshi fez contato privado por e-mail foram Back e Dai, dizem os dois. E Finney, que morreu recentemente, ajudou Satoshi a melhorar o software do bitcoin no final de 2008, antes que ele fosse publicamente lançado, de acordo com e-mails que me foram encaminhados por Finney e sua família.
Foram as atividades de Szabo em 2008, logo que o bitcoin emergiu, no entanto, que geraram boa parte das suspeitas sobre seu papel no projeto. No segundo trimestre daquele ano, antes que qualquer pessoa tivesse ouvido falar de Satoshi Nakamoto e do bitcoin, Szabo retomou a ideia do bit gold em seu blog e em conversas on-line sobre uma versão viva da moeda virtual; ele perguntou aos leitores: "Alguém quer me ajudar com o código?"
Depois do surgimento do bitcoin, Szabo alterou a data de seu post. Com a mudança, o post parecia ter sido publicado depois que o bitcoin foi lançado,como mostram versões de arquivo do blog.
Os escritos de Szabo sobre o bit gold, na época, contêm muitos paralelos notáveis com a descrição do bitcoin por Satoshi, o que inclui formulações semelhantes e até maneirismos comuns de escrita. Em 2014, pesquisadores da Universidade de Aston, Inglaterra, compararam as escritas de diversas pessoas suspeitas de serem Satoshi e constataram que nenhuma era tão compatível quanto a de Szabo. A semelhança era "perturbadora", de acordo com Jack Grieve, o professor que comandou o projeto.
Quando li os escritos de Szabo on-line, se tornou óbvio que, nos 12 meses anteriores ao surgimento de Satoshi e lançamento do bitcoin, Szabo estava de novo pensando a sério sobre o dinheiro digital.
Ele escreveu com frequência, ao longo de diversos meses, sobre os conceitos envolvidos no dinheiro digital, incluindo os tais contratos inteligentes, um conceito tão especializado que Szabo muitas vezes recebe crédito pela invenção do termo.
LIBERDADE
O blog de Szabo explicava por que ele estava examinando essas questões de maneira tão apaixonada: a crise financeira mundial que estava em curso lhe sugeria que o sistema monetário estava quebrado e requeria substituição.
"Para aqueles que amam nossas liberdades, passadas e futuras, a hora de atacar é agora", escreveu Szabo em seu blog no final de 2007, ao endossar a campanha do libertário Rand Paul pela indicação presidencial republicana, em parte por conta das visões de Paul sobre o sistema financeiro.
Para muitos observadores do bitcoin, tão notável quanto os escritos de Szabo no período é seu silêncio depois do surgimento do bitcoin em outubro de 2008. Afinal, a moeda virtual era uma experiência quanto a tudo aquilo sobre o que ele vinha escrevendo há anos. Ao contrário de Daí, Finney e Back, Szabo não liberou mensagens recebidas de Satoshi no período ou admitiu ter se comunicado com ele.
Szabo fez uma primeira menção passageira ao bitcoin em seu blog na metade de 2009, e em 2011, quando a moeda ainda estava lutando para ganhar empuxo, escreveu sobre ela de novo, mais extensamente, mencionando as semelhanças entre bitcoin e bit gold. Ele reconheceu que pouca gente teria o conhecimento e o instinto requeridos para criar qualquer das duas moedas.
"Eu, Wei Dai e Hal Finney éramos as únicas pessoas que conheço que gostavam da ideia [no caso de Daí, de sua ideia correlata] o bastante para levá-la adiante de forma significativa, até que surgisse Nakamoto (presumindo que Nakamoto não seja Finney ou Dai)", escreveu Szabo.
Quem quer que ele seja, o verdadeiro Satoshi Nakamoto tem bons e múltiplos motivos para querer ficar anônimo. Talvez o mais óbvio seja o potencial perigo. O pesquisador argentino Sergio Demian Lerner concluiu que Satoshi Nakamoto muito provavelmente recebeu quase um milhão de bitcoins no primeiro ano de operação do novo sistema. Já que um bitcoin vale cerca de US$ 240, esse saldo teria valor superior a mais de US$ 200 milhões. E isso bastaria para transformar Satoshi em alvo.
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Quebrando o código da origem do bitcoin! Um dos grandes mistérios atuais é a identidade do criador da moeda digital

Nathaniel Popper THE NEW YORK TIMES
A caça a Satoshi Nakamoto, o misterioso criador do bitcoin, seduziu até quem acha que a moeda virtual é uma espécie de esquema de golpe da “pirâmide”. Uma lenda surgiu de um amontoado de fatos: alguém usando o nome Satoshi Nakamoto divulgou o software para o bitcoin no começo de 2009 e se comunicou com os nascentes usuários da moeda via e-mail – mas nunca por telefone ou em pessoa. Aí, em 2011, quando a tecnologia começou a atrair uma atenção mais ampla, os e-mails pararam. Satoshi desapareceu, mas as histórias se multiplicaram.
No ano passado, quando trabalhava num livro sobre a história do bitcoin, foi difícil evitar o enigma da identidade de Satoshi Nakamoto. A revista Newsweek causou frisson com um artigo de capa em março de 2014 alegando que Satoshi era um engenheiro desempregado na faixa dos 60 anos que vivia num subúrbio de Los Angeles. Um dia depois da publicação, porém, a maioria das pessoas informadas sobre o bitcoin havia concluído que a revista encontrara o homem errado.
Muitos na comunidade bitcoin me disseram que, em deferência ao claro desejo de privacidade do criador do bitcoin, eles não queriam ver o mágico ser desmascarado. Mas em conversas com os programadores e empreendedores mais profundamente envolvidos com o bitcoin, ouvi que boa parte das evidências apontava para um americano recluso de ascendência húngara, chamado Nick Szabo.
Szabo é um mistério quase tão grande quanto Satoshi. Mas no curso de minha reportagem, continuei encontrando novas pistas que me levaram mais longe na caçada, e até tive um raro encontro com Szabo numa reunião privada com programadores e empresários importantes do bitcoin.
Nesse evento, Szabo negou que fosse Satoshi, como tem feito insistentemente em comunicações eletrônicas. Mas ele admitiu que sua história deixava poucas dúvidas de que ele fazia parte do pequeno grupo de pessoas, que, por décadas, assentaram os alicerces do bitcoin e criaram muitas partes que mais tarde entraram na moeda virtual. A contribuição mais notável de Szabo foi um antecessor do bitcoin conhecido como “bit gold” que alcançou muitos dos mesmos objetivos usando ferramentas similares de matemática avançada e criptografia.
FUTURO
Pode ser impossível provar a identidade de Satoshi até a pessoa precursora por trás da cortina do bitcoin decidir se apresentar e provar a propriedade das antigas contas eletrônicas de Satoshi. Neste ponto, a identidade do criador já não é importante para o futuro do bitcoin. Como Satoshi parou de contribuir para o projeto em 2011, a maior parte do código aberto foi reescrita por um grupo de programadores cujas identidades são conhecidas. Mas a história de Szabo oferece um insight de elementos com frequência mal compreendidos da criação do bitcoin. O software não caiu do céu, como às vezes se supõe, mas foi construído sobre ideias de várias pessoas ao longo de décadas.
Esta história é mais do que uma mera questão de curiosidade. O software veio a ser considerado em círculos acadêmicos e financeiros uma inovação significativa na ciência da computação que pode reformular a maneira como o dinheiro aparece e se movimenta. Recentemente, bancos como o Goldman Sachs deram os primeiros passos para adotar a tecnologia.
O próprio Szabo continuou discretamente envolvido no trabalho. No início de 2014, Szabo ingressou na Vaurum, uma startup de bitcoin baseada em Palo Alto, Califórnia, que estava operando em modo furtivo e pretendia construir uma bolsa de bitcoin melhorada. O papel de Szabo na Varum foi mantido em segredo em razão de seu desejo de privacidade, e ele deixou a empresa em fins de 2014. A série de habilidades e conhecimentos misteriosos que ele dominava levou vários colegas a concluir que Szabo muito provavelmente esteve envolvido na criação do bitcoin, apesar de não ter feito tudo sozinho. Apesar de estar envolvido desde o começo dos anos 90 em uma comunidade online chamada Cypherpunks, pioneira na discussão de ideias que ajudaram a formatar o bitcoin, são suas atividades em 2008 que mais contribuíram para levantar suspeitas com relação ao papel de Szabo. Foi naquele ano, um pouco antes da chegada do bitcoin, que ele escreveu em seu blog sobre o bit gold. Pesquisadores ingleses notaram semelhanças “fora do comum” entre seu linguajar e maneirismos e aqueles atribuídos a Satoshi.
Quem quer que seja, o verdadeiro Satoshi Nakamoto tem muitos motivos para querer permanecer anônimo. O mais óbvio é o perigo de sua posição. Um pesquisador argentino concluiu que Satoshi Nakamoto provavelmente amealhou quase um milhão de bitcoins durante o primeiro ano do sistema, o que dá, em valores atuais, mais de US$ 200 milhões.
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